Refrigerantes não serão mais vendidos em cantinas de escolas

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A obesidade é um problema complexo, causado por muitos fatores, e as empresas de bebidas reconhecem seu papel de ser parte da solução. A partir de agosto, a Coca-Cola Brasil, a Ambev e a PepsiCo Brasil vão ajustar o portfólio de bebidas vendidas diretamente às cantinas de escolas no país. A principal mudança é que as empresas venderão às escolas para crianças de até 12 anos (ou com maioria de crianças de até essa idade) apenas água mineral, suco com 100% de fruta, água de coco e bebidas lácteas que atendam a critérios nutricionais específicos. O novo portfólio tem como referência diretrizes de associações internacionais de bebidas. Novos produtos lançados pelas empresas poderão ser incluídos, no futuro, seguindo essas referências.

No momento do recreio, os alunos têm acesso às cantinas escolares sem a orientação e a companhia de pais e responsáveis, e crianças abaixo de 12 anos ainda não têm maturidade suficiente para tomar decisões de consumo. Coca-Cola Brasil, Ambev e PepsiCo Brasil entendem que devem auxiliar os pais ou responsáveis a moldar um ambiente em escolas que facilite escolhas mais adequadas para crianças em idade escolar, assim como estimular a hidratação e a nutrição, contribuindo para uma alimentação mais equilibrada.

A escolha do portfólio no Brasil também foi baseada em conversas com especialistas em saúde pública, alimentação e nutrição, além de profissionais e instituições ligadas aos direitos das crianças. A política valerá para as cantinas que compram diretamente das fabricantes e de seus distribuidores. Em relação às demais, aquelas que se abastecem em outros pontos de venda (supermercados, redes de atacados e adegas, por exemplo), haverá uma ação de sensibilização desses comerciantes por meio da qual todos serão convidados a se unir à iniciativa

Oito em cada dez macaibenses preferem fazer compra em Natal

 

Oito em cada dez macaibenses (80,2%) preferem fazer compras no comércio de Natal. Porém, quando a compra é de urgência, 77,9% dos consumidores optam pelo comércio de Macaíba, sobretudo pelo fácil acesso (57,5%). Dos 22,1% de consumidores que buscam Natal ou outras cidades da região mesmo quando precisam adquirir algum item de urgência, alegam que na cidade falta variedade de produtos (43,5%). O valor médio gasto em Macaíba é de R$ 227,97; já nas compras em Natal, este valor chega a R$ 275,22.

Os dados foram obtidos na pesquisa “Percepção dos consumidores de Macaíba sobre o comércio local”, desenvolvida pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN. A pesquisa foi encomendada pelo Sindicato do Comércio Varejista de Macaíba, em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas da cidade, e ouviu 480 pessoas entre 16 e 20 de abril últimos.

O relatório foi apresentado na noite desta terça-feira, 21, na Casa do Empresário de Macaíba, pelo diretor executivo da Fecomércio, Jaime Mariz. O evento coordenado pelo presidente em exercício da Fecomércio e presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Macaíba, Luiz Lacerda, contou com a presença de autoridades políticas e empresários da cidade, além de membros da diretoria do Sistema Fecomércio RN.

“Um levantamento como este serve de balizamento para os comerciantes locais. Com uma análise profunda dos dados, é possível corrigir pontos e otimizar vendas. É mais uma contribuição do Sistema Fecomércio para o setor aqui em Macaíba”, afirma o presidente em exercício da Fecomércio e presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Macaíba, Luiz Lacerda.

Perguntados sobre os motivos pelos quais deixariam de comprar no comércio de Macaíba, 55,9% dos entrevistados citaram o preço praticado; 29% a variedade de produtos oferecida pelos estabelecimentos; e 6,9% qualidade dos itens como impedimentos. Também foram citados outros fatores como localização, forma de pagamento, atendimento, etc.

Pouco mais da metade (50,1%) dos consumidores participantes da pesquisa disseram que, no geral, encontram os produtos que procuram em Macaíba; os 49,9% afirmaram que precisam se deslocar até Natal. O dia preferido para realizar as compras no comércio é o sábado, com 40,1% da indicação das pessoas; 67% têm o hábito de comprar em pontos comerciais que estejam próximas de suas casas ou do trabalho (31,3%).

Entre as principais dificuldades alegadas na hora da compra, estão o atendimento nos estabelecimentos (31,3%); a pouca variedade de produtos (25,3%); as filas (12,1%); a forma de pagamento (8,8%); e os preços cobrados (7,7%). O atendimento é o principal ponto de melhoria apontado pelos consumidores, com 33,8% das respostas. 51,1% dos consumidores acha que o comércio de Macaíba deixa a desejar em alguns aspectos e necessita de progressos para melhor atender o consumidor da cidade.

“Cada informação dessa dá a oportunidade para o empresário melhorar, de ir atrás de sua clientela. Se o comércio está atento às necessidades do seu cliente, ele consegue atrai-lo”, afirmou o diretor executivo da Fecomércio RN, Jaime Mariz.

AVALIAÇÃO DO COMÉRCIO

Na pesquisa também foram incluídas perguntas com relação à imagem do comércio. Localização das lojas (44,7% consideraram boa); estrutura física (43,2% consideraram regular); atendimento (44,5% consideraram regular); qualidade dos produtos (35,9% consideraram regular); preços praticados (56,8% consideraram regulares) foram pontos abordados.

A segurança no comércio foi o fator que apresentou o maior nível de desaprovação dos consumidores de Macaíba: 43,4% dos entrevistados avaliaram como ruim ou péssima a segurança nos estabelecimentos comerciais da cidade.

Com relação a este assunto, inclusive, o secretário de Trânsito e Transporte de Macaíba, Juedson Costa, apresentou aos convidados o sistema de monitoramento da cidade por meio de câmeras de segurança, que começou a ser instalado no ano passado. Hoje são quatro câmeras em funcionamento, de um total de 60 câmeras, o que representa um investimento de cerca de R$ 900 mil. “Além disso, vamos disponibilizar um telefone fixo e um número de WhatsApp para denúncias”, afirmou o secretário.

O prefeito da cidade, Fernando Cunha, o comércio macaibense tem competitividade, tem preço, tem variedade, mas precisa de qualificação. “Somos uma cidade polo, de passagem de muita gente. Temos que melhorar nosso comércio, tanto com relação ao atendimento, quanto com relação à segurança, para que a cidade possa se desenvolver mais”.

Robinson defende a integração dos estados do Nordeste para fomentar a economia

O governador Robinson Faria foi um dos painelistas do Diálogo Público Nordeste 2030, realizado durante todo o dia de hoje, 21, em Fortaleza, Ceará. O evento, organizado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), teve o objetivo de apresentar a visão de diferentes atores sobre os desafios e as possíveis soluções para o desenvolvimento sustentável da região. A reunião, da qual participaram todos os governadores, resultou em um documento técnico prospectivo neste sentido.

“O ineditismo que estamos vivenciando neste dia aqui em Fortaleza é histórico. E nós, como governadores, queremos agradecer por essa parceria construtiva, pedagógica e cooperativa com o Tribunal de Contas da União”, destacou Robinson Faria. O chefe do Executivo potiguar participou do painel 5, o último da tarde, acompanhado pelo governador da Paraíba, Ricardo Vieira Coutinho, e pelo Ministro do Tribunal de Contas da União, Benjamin Zymler.

Respondendo perguntas dos participantes, Robinson defendeu a integração dos estados na infraestrutura, o que ajudará a fomentar a economia do Nordeste como uma unidade. Isso em relação, principalmente, ao escoamento do que é produzido nos estados. “Não podemos deixar nossas riquezas adormecidas, esperando anos pela construção de caminhos para sua distribuição”, assinalou, usando como exemplo a energia eólica, que ainda aguarda a conclusão de linhas de transmissão.  “É preciso união do Nordeste para diminuir o desequilíbrio da região em relação ao restante do Brasil”, continuou.

O governador do RN destacou também que a divida dos estados nordestinos com a União é pequena e que esse aspecto deveria gerar benefícios à região, e reclamou da desigualdade na distribuição de recursos e responsabilidades entre a Federação, Estados e Municípios.  “A reserva do fundo penitenciário não chega aos estados”, ilustrou.

Sobre o que já está sendo feito no Rio Grande do Norte, Robinson citou o Plano Estadual da Educação, aprovado no início deste ano. Ainda falou sobra a elaboração do Plano Plurianual (PPA) com participação popular; do projeto Governança Inovadora, que traz um novo padrão de gasto público e uma nova filosofia de gestão com metas; e do Parque Tecnológico do RN, que será um vetor importante na geração de emprego e no fomento das cadeias produtivas do RN.

O diálogo, que contou com um público de cerca de 300 pessoas, era voltado para gestores da administração pública federal, estadual e municipal, auditores, setor produtivo, sociedade civil organizada, acadêmicos, entre outros.

Dívida com a União: RN solicita linha de crédito especial para estados

Durante o Fórum Permanente de Governadores realizado nesta segunda-feira, em Brasília (DF), o chefe do Executivo do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, sugeriu que os estados que têm dívidas pouco representativas com a União, como é o caso do RN, tenham acesso a uma linha de crédito especial já que não serão contemplados pela proposta de renegociação das dívidas de outras federações.  O Fórum foi presidido pelo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, e teve a participação do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e 18 governadores, na residência oficial de Águas Claras.

A ideia da linha de financiamento é um desdobramento da reunião de secretários realizada no domingo (19) e que contempla, além do RN, Amazonas, Tocantins, Pará, Distrito Federal e Paraíba. A sugestão é que seja criado um crédito baseado em antecipação do Fundo de Participação dos Estados.

Outra forma seria o fim da renúncia do imposto de renda sobre lucros dividendos, implantada em 1995. A suspensão da renúncia significaria, em termos de Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e Estados (FPE), mais de R$ 1 bilhão por ano nos cofres do RN. A dívida do RN com a União, de acordo com a Secretaria de Estado do Planejamento e das Finanças, é de R$ 1,3 bilhão, valor que está sendo quitado parceladamente.

A questão da renúncia será tratada em data a ser agendada por um grupo de trabalho liderado pelo Ministério da Fazenda em conjunto com os estados. A medida visa atender às unidades federativas que, apesar da dívida pouco significativa com a União, passam por igual dificuldade de caixa.

Após o Fórum, os governadores seguiram para uma reunião com o presidente interino Michel Temer para tratar pautas específicas de cada estado, renegociação das dívidas, mas também dialogar sobre o projeto de Lei que altera as regras do Simples Nacional, conhecido como Supersimples, um sistema diferenciado de tributação que soma oito impostos em um único boleto e beneficia as micro e pequenas empresas com redução da carga tributária

Sinsenat vai ao MP protocolar denúncias de irregularidades no concurso da Saúde

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Com espanto e indignação, o Sinsenat recebeu centenas de denúncias de irregularidades na aplicação das provas do concurso público da Saúde do município de Natal, realizado ontem (19).

A Entidade, que lutou durante anos pela realização do certame e promoveu cursos preparatórios gratuitos e abertos ao público, informa que irá ao Ministério Público, nesta terça-feira (21), às 11h30, protocolar todas as denúncias recebidas. O Conselho Municipal de Saúde também foi convidado a participar da ocasião.

Além disso, a Assessoria Jurídica do Sindicato foi acionada e está trabalhando na apuração do conteúdo recebido. Em breve, serão divulgados um parecer e as providências a serem tomadas.

Pesquisa da Fecomércio traça perfil do consumidor macaibense

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O Sindicato do Comércio Varejista de Macaíba, em parceria com a CDL da cidade, irá apresentar nesta terça-feira, 21.06, às 18h30, na Casa do Empresário, a pesquisa sobre a “Percepção dos consumidores de Macaíba sobre o comércio local”. A pesquisa foi desenvolvida pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN, e ouviu 480 pessoas entre 16 e 20 de abril últimos.

Questões como necessidades do comércio, pontos positivos e negativos, estrutura, qualidade dos serviços e do atendimento, variedade de produtos, segurança, entre outros aspectos fizeram parte do levantamento. O relatório mostrará ainda motivos pelos quais os consumidores do município optam, em alguns casos, por comprar em outras cidades da região.

“A intenção da pesquisa é mostrar quais são as necessidades do comércio macaibense, para que o empresário se planeje de forma que possa se fortalecer individualmente, e assim contribua para o crescimento da cidade”, afirma o presidente em exercício da Fecomércio e presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Macaíba, Luiz Lacerda.

Acontece primeiro parto na maternidade de Macaíba depois de reaberta

A primeira criança a nascer na maternidade do hospital regional Alfredo Mesquita Filho, após seis anos de fechamento recebe o nome de Ágata Gabriela. Filha do casal Gabriela Jacinto Elesbão e Alber da Silva Brito, Ágata nasceu na quinta-feira (16), às 14h14m, pesando 3,460 k, de parto por cesariana.

Para o governador Robinson Faria, o nascimento de Ágata, celebra a dignidade que foi devolvida às mulheres macaibenses, que tinham que se deslocar para outras cidades para dar à luz. Há seis anos, não tínhamos uma criança sequer nascida Macaíba. Nas redes sociais, Robinson expressou seu sentimento pelo nascimento da mais nova macaibense. “Ágata simboliza o início de uma nova era para as famílias macaibenses. Que Deus abençoe!”cita.

Inaugurada na última segunda-feira (13), havia muita expectativa na cidade pela primeira criança a nascer na maternidade do hospital Alfredo Mesquita Filho. O fechamento da maternidade servia até de deboche e desrespeito as macaibenses que tinham opção de parto em maternidades de outros municípios, como em Natal, São Gonçalo e Parnamirim. As últimas crianças nascidas no “Alfredo Mesquita” já estão grandes com mais de seis anos de idade.