Arquivo da categoria: Opinião

A importância de não desistir

Quantas vezes você já olhou para todos os lados, analisou todos os problemas, refletiu sobre as possíveis soluções e, ainda assim, pensou em desistir? Desistir de tudo, desistir dos sonhos, desistir da vida, desistir da felicidade e tudo o mais que faz o seu sangue pulsar? Certamente muitas.
 
Acontece que somos testados, desafiados, confrontados a todo instante. Seja com situações inesperadas, outras um tanto previstas e até aquelas situações que parecem ser de outro planeta, mas que, ainda sim, surgem para analisar o nosso poder de insistência, a nossa força.
 
Viver não é uma tarefa fácil ou simples, porém é muito prazerosa. É cheia de encantos, de possibilidades e de grandes aventuras, e é justamente por isso mesmo que, quando nos deparamos com os momentos difíceis, tudo parece perder o sentido e a vontade de recuar surge querendo ganhar tamanho.
 
Em uma sociedade altamente conectada, ágil, cheia de afazeres e responsabilidades, é normal encarar os prognósticos do dia a dia como dilacerantes. Estão aí as contas para pagar, as questões de saúde, o comportamento dos filhos, os exemplos de violência, os conflitos internos e tantas outras coisas. Mas então vem o questionamento: quem não enfrenta esses dilemas hoje em dia? Todo mundo. Porém, a resolução está na maneira de encarar as situações e como dar a volta por cima.
 
Desistir, todo mundo vai querer, pelo menos uma vez na vida, mas o seu otimismo precisa ser mais forte e presente, e isso quem diz é a ciência. O nosso cérebro tem a capacidade de elaborar uma estratégia que faz com que nossos neurônios tendenciem ao otimismo, sobretudo para o futuro. Esse mecanismo se chama “viés otimista” e implica na propensão do cérebro humano em enxergar o amanhã como uma grande promessa.
 
Por isso é preciso compreender que o otimismo gera iniciativas e estas iniciativas farão com que a palavra desistir não ganhe força.
Por Janguiê Diniz –  Reitor da UNAMA – Universidade da Amazônia (janguie@sereducacional.com)

“É um coisa normal”: Roubo de carro é normalidade no RN

O governador do Rio Grande do Norte falou, em entrevista à Inter TV Cabugi na manhã desta quarta-feira (28), que ter o carro roubado “é uma coisa normal”. Uma caminhonete Hilux, que pertence a Robinson Faria (PSD), foi tomada e levada por criminosos na noite desta terça-feira (27) em Monte Alegre, na Grande Natal. O governador não estava presente na hora do crime.

“Uma fatalidade. Aconteceu. Meu carro particular estava em Monte Alegre, foi deixar um familiar lá, uma pessoa da família. Chegaram quatro elementos de surpresa e levaram o carro. Isso acontece com qualquer um”, frisou. “Isso é normal”, acrescentou (veja a entrevista acima).

Ainda durante a entrevista, o governador afirmou que “80% dos veículos roubados no estado são recuperados pela polícia”, e que ele espera que o carro dele também esteja “dentro deste patamar”.

O roubo

O carro do governador estava com o motorista dele, que foi a Monte Alegre deixar um parente em casa. Foi quando aconteceu o assalto. De acordo com a Polícia Militar, quatro bandidos armados invadiram a residência deste familiar e fizeram um arrastão. Na fuga, levaram a Hilux.

Policiais do pelotão de Monte Alegre e de várias cidades da região foram mobilizados para tentar recuperar o carro. O rastreador apontava que a caminhonete estava perto de uma lagoa na zona rural do município, mas até a última atualização desta matéria o veículo não havia sido encontrado.

Um por hora

Dados da Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) revelam que o estado fechou o ano de 2017 com uma média de 23 veículos roubados ou furtados por dia, ou seja, praticamente um a cada hora. (Com informações do G1RN)

Advogado explica como funciona o seguro para Escolas em caso de bullying

O bullying é um problema social que provoca muitos danos, mesmo que algumas pessoas considerem que tudo não passa de exagero, sensibilidade extrema às brincadeiras de escola, o grande problema é quando as brincadeiras e apelidos ultrapassam os limites e passam a provocar danos à saúde física e psicológica do indivíduo nas mais variadas formas. A Lei n. 13.185, em vigor desde 2016, classifica o bullying como uma intimidação sistemática, quando há violência física ou psicológica em atos de humilhação ou discriminação. O advogado, Dr. Fábio de Souza, do escritório Küster Machado Advogados Associados, explica que a classificação também inclui ataques físicos, insultos, ameaças, comentários e apelidos pejorativos, ente outros. “A lei foi criada para tentar acabar com o bullying, principalmente, nas instituições de ensino”, destaca.

Dr. Fábio ressalta que a partir do momento em que o aluno adentra ao estabelecimento de ensino é do local a responsabilidade pela guarda dos indivíduos que ali estão, tornando-se responsáveis não só pelo ensino, mas pela saúde física e psicológica dos alunos. “Devido a  isso, muitas instituições têm optado pela contratação do seguro de Responsabilidade Civil que traz, em suas garantias, a continuidade dos estudos em casos como falecimento e invalidez do responsável, bem como a reparação de danos materiais ou morais advindos de ação judicial decorrente de bullying”, comenta.

O especialista explica que, diante do conceito trazido pelo Código de Defesa do Consumidor, as escolas são consideradas fornecedoras de serviço e os pais os tomadores do serviço e, com isso, as instituições podem ser penalizadas e até multadas, podendo, ainda, em casos extremos, serem condenadas a custear o tratamento do ofendido, bem como a reparação do dano moral sofrido. “Nos casos específicos de bullying, quando a instituição de ensino informa o sinistro, o aluno passa a receber orientação psicológica, bem como, dependendo do grau da ofensa e extensão dos danos, o tratamento pode e deve ser estendido aos funcionários e professores”, avalia.

            Segundo o advogado, a garantia prevista deverá cobrir as despesas que a instituição de ensino segurada venha a ter caso seja responsabilizada judicialmente por atos de violência física ou psicológica ocorridas em suas dependências, sejam elas provocadas por alunos e/ou funcionários do estabelecimento. “O seguro ainda pode prever o pagamento de eventuais custas com processos judiciais derivados da prática do bullying. A apólice de Responsabilidade Civil Profissional garante ao aluno a indenização a que tem direito, em caso de condenação judicial da instituição de ensino, por atos interpretados como negligência”, conclui.

Do que o Brasil precisa: reforma política ou reforma dos políticos?

Por Doutor Rabino Samy Pinto – Especializado em Educação

A cada dia estamos mais próximos das eleições de 2018, e os brasileiros diariamente encaram uma realidade de dúvida e apreensão em suas televisões, jornais e qualquer meio de informação sobre a situação política do país. Em uma pesquisa realizada no início de 2017, pela Edelman Trust Barometer, é apresentado que 62% dos brasileiros perderam a confiança no sistema, sendo a corrupção o maior medo de 70% dos pesquisados. A descrença da população nas promessas constantes de melhorias e de reformas demonstra o grande desgaste em tudo que envolve o meio político.

Infelizmente a política passou a ser considerada uma escola para ficar rico da noite para o dia. Cada vez mais se vê pessoas que estão ali com o objetivo de dar uma guinada em sua própria vida. Em uma rápida pesquisa feita no site do Tribunal Superior Eleitoral é possível constatar o grande crescimento de eleitores que se afiliaram a algum partido para assim dar os primeiros passos na vida pública. Em 2017, já somam mais de 2.400.000 eleitores filiados na faixa etária entre 16 e 34 anos. Uma situação péssima para a população e para a imagem do governo. Essa visão de enriquecimento usando um cargo público é alimentada quando o sistema governamental é corrupto.

Neste cenário se enobrece a esperteza, fazendo com que a juventude brasileira seja incentivada a pensar que a possibilidade de roubar vale a pena. E o que agrava ainda mais é fazer com que a sociedade acredite que ser honesto não traz nenhum benefício e acabará por levar o indivíduo a pobreza.

Esse é o retrato que o homem público passa para a sociedade.

Com essa imagem tão desgastada e sem credibilidade que os políticos no Brasil atualmente possuem, apresentar propostas de reforma política parece não ser suficiente para sanar todos os problemas escancarados para a população durante todos esses anos. Um texto bíblico representa bem a situação do país, no livro de Ezequiel é apresentado ao profeta um vale de ossos ressecados, e Deus o questiona: Por ventura viverão esses ossos? – o trecho induz a reflexão sobre a ausência de esperança.

Hoje, pela quantidade de escândalos que foram produzidos e acumulados em vários e vários anos, falar sobre reforma não resolve a questão, precisamos falar sobre uma ressureição política. E o que temos hoje são os ossos ressecados da profecia de Ezequiel na política brasileira.

Então o que seria a ressureição política?

A velha política está ressecada, mas continua esperta. Quando o tema reforma é debatido, parece que isso é feito apenas para garantir mais um mandato e fortalecer a si mesmo, e com isso são construídas trincheiras para defender seus partidos. Estão legislando em causa própria, e tudo que é proposto pelos políticos leva à ideia da literatura, que o papel aceita tudo. Mas a verdade é que a culpa da situação do governo e da sociedade brasileira não é do papel e nem da caneta, mas sim, de quem escreve. O Brasil não precisa de uma reforma política, precisa de uma reforma do ser político, e isso é ressureição. Ele deve entender que está lá para servir o povo, e não para enriquecer.

Para isso, deve-se restabelecer critérios do perfil do político, do parlamentar, do ministro, dos gestores e do próprio presidente. Para que a ressureição política seja feita com sucesso, é preciso ver se é possível reviver com os políticos que estão ativos, ou preparar uma nova geração, e como fazer esse período de transição.

Os ossos ressecados da política devem começar a ganhar vida com a reforma do ser político, mas devem ir além, e também servir como motivadores da reforma do ser eleitor. A ressurreição vai realmente acontecer quando todos reverem os próprios conceitos, pensar em quem votar e o motivo que o levou a isso, reconhecendo a importância de exercer o seu direito como cidadão. Assim será possível reconstruir a imagem dos homens público e do governo no Brasil.

Educador critica decisão do governo de vetar verba extra para a Educação Básica

A Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2018, sancionada pelo Presidente Michel Temer com veto na área da educação, vem provocando críticas entre os educadores. Temer decidiu cortar a verba complementar de R$ 1,5 bilhão ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A ampliação de recursos estava prevista em duas emendas apresentadas pelos parlamentares durante a votação do Orçamento, no Congresso Nacional.

O Planalto alega que o Fundeb já tinha sido contemplado com aumento de cerca de R$ 14 bilhões em relação a 2017. Educadores, no entanto, criticam a medida e lembram que a Educação deveria ser prioridade do governo, como é em diversos países.

Um dos críticos é o educador Luis Antonio Namura Poblacion, presidente do Planneta, empresa que desenvolve e implanta projetos educacionais inovadores, em parcerias com Secretarias de Educação no interior de São Paulo.

“É mais uma medida que demonstra a falta de comprometimento do governo com a educação pública. Foi uma decisão infeliz porque vai impactar diretamente na contratação de novos professores e na remuneração do magistério. É bom lembrar que pelo menos 60% do Fundeb devem ser destinados à remuneração dos professores da Educação Infantil e dos Ensinos Fundamental e Médio. O fato é que faltam professores nas escolas públicas e cada vez menos jovens querem abraçar o magistério no Brasil, em vista da baixa remuneração. Essa decisão do presidente Temer demonstra o pouco interesse deste governo em mudar esse quadro. É urgente a valorização do educador da rede pública de ensino porque disso depende o futuro das novas gerações.

O ministro da Educação, Mendonça Filho, minimizou o impacto de veto e disse que o complemento da União ao Fundeb, no orçamento de 2018, “está preservado”. Segundo ele, para contar com esse recurso adicional seria preciso realocar recursos dentro do ministério, o que implicaria em menos dinheiro para outras áreas.

Luis Namura não concorda. Acredita que nenhuma verba é demasiada diante do quadro educacional precário do país. “O artigo 205 da Constituição brasileira afirma: A educação é direito de todos e dever do Estado e da família. Como respeitar a Constituição e garantir Educação se faltam professores nas escolas públicas? ”.

O Orçamento de 2018 chega a R$ 3,5 trilhões, incluindo pagamento do serviço da dívida. E, apesar das pressões contrárias, foi confirmado o Fundo Eleitoral em R$ 1,7 bilhão, como os parlamentares haviam acertado durante a reforma política.

Para finalizar, Luis Namura salienta que esforços de gestão visando melhoria na utilização dos recursos alocados para Educação devem continuar a ser feitos. “Apenas mais recursos, sem gestão, não resolvem a questão, vira sangria; entretanto, Educação sem recursos é utopia”

Entidades trazem Rodrigo Maia Natal para discutir os impactos da Reforma Trabalhista

As novas leis trabalhistas entraram em vigor no 11 de novembro. Ao todo, foram alterados mais de 100 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) que modificaram as relações de trabalho. Para falar dessas mudanças e da perspectiva do futuro econômico do país, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (Fecomércio RN) junto com a Fiern, Faern e Fetronor, promovem na próxima sexta-feira (17), o seminário Novas Regras Trabalhistas: Agora é lei!, com a presença do presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia.

O evento acontece no hotel Holiday Inn Natal, às 9h, e também terá as presenças do ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Emmanoel Pereira, e do deputado federal, relator da reforma trabalhista, Rogério Marinho (PSDB).

“A reforma foi aprovada, sancionada e tivemos um tempo para entender e estudar as mudanças, apontar quais seriam os impactos na rotina de trabalho, tanto para o trabalhador como para o empresário. Agora começou a valer a nova legislação, vamos nos adaptar às suas mudanças com a certeza que num futuro próximo iremos ter uma mudança considerável na competitividade e no ambiente de negócios do país. E isso é bom para todos”, declarou o presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.

O evento “Novas Regras Trabalhistas: Agora é lei!” é mais uma etapa da série de encontros sobre a modernização das leis trabalhistas promovidos pelas entidades empresariais e que percorreu as cidades de Natal, Mossoró, Currais Novos, Macaíba e Santa Cruz. No evento de Natal, em agosto, mais de 1.200 pessoas assistiram a palestra do especialista nas relações de trabalho, José Pastore.

 

Currículos

Rodrigo Maia

Rodrigo Maia nasceu no Chile, onde o pai, Cesar Maia, vivia o exílio durante a ditadura militar brasileira. Aos 26 anos, foi nomeado secretário de governo da gestão Luiz Paulo Conde (1997-2000).

Ainda menino, acompanhou a carreira política do pai. Viu-o próximo de líderes como Brizola, Ulysses Guimarães, Marcello Alencar, deputados, senadores, governadores. Elegeu-se deputado federal pela primeira vez em 1998, aos 28 anos, com quase 100 mil votos, na mesma eleição que Cesar, pelo PFL, perdeu para Garotinho a disputa pelo governo fluminense. Rodrigo foi reeleito em 2002, 2006, 2010 e 2014. Foi vice-líder (2003-2005), líder (2005-2007) e presidente do PFL. Em 2007, o partido virou DEM, sob seu comando.

Emmanoel Pereira

Ministro Emmanoel Pereira é potiguar e se formou em bacharel em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. É Ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), em vaga destinada a advogado pela Constituição Republicana, desde 30 de dezembro de 2002, e vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho, desde 25 de fevereiro de 2016, integrando, no Tribunal Superior do Trabalho, o Tribunal Pleno, o Órgão Especial, a SBDI-I e SBDI-II, além da Seção Especializada em Dissídios Coletivos.

Antes de chegar ao TST, foi Procurador Geral da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, consultor jurídico da Câmara Municipal de Natal/RN; juiz auditor do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio Grande do Norte. Atuou como Presidente da Quinta Turma do TST e como Vice-Diretor e Professor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT).

Rogério Marinho

Economista, o deputado federal e presidente de honra do PSDB no Rio Grande do Norte, graduou-se em Ciências Econômicas pela Faculdade Unificada para o Ensino das Ciências (UNIPEC), atual Universidade Potiguar (UnP). Começou sua carreira política como vereador em 2001, como interino, e em 2004 foi eleito vereador. No seu primeiro mandato foi responsável pela criação da Federação das Câmaras Municipais (Fecam) e implantou o programa de inclusão digital do RN. Em seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados em 2006, Rogério Marinho relatou projeto que mudou as regras do FIES, também foi relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Desvinculação de Receitas da União (DRU). Foi responsável pela criação, através de emenda parlamentar, do Metrópole Digital, projeto voltado ao desenvolvimento na área de Tecnologia da Informação em Natal.Em 2012, assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte, onde implantou o programa Pró-Sertão. Em 2014, elegeu-se deputado federal pela segunda vez, sendo o sexto mais votado do pleito e o mais votado em Natal.

Seminário sobre Modernização das Leis Trabalhistas será realizado nesta quinta em Macaíba

As novas regras que regem as relações de trabalho no país entram em vigor no próximo dia 13 de novembro. Como forma de dirimir dúvidas de empresários, profissionais de RH e mesmo dos trabalhadores, as principais entidades do setor produtivo do estado (Fecomércio, Fiern, Faern, Fetronor, Facern, Sebrae, FCDL e CDL Natal) seguem realizando uma série de seminários em diversas cidades do estado, com o tema: “Modernização das Leis Trabalhistas: O que mudou? Porque mudou?”. Depois de ter sido realizado em Natal, Currais Novos e Mossoró, o evento chega, na próxima quinta-feira, 19, à cidade de Macaíba. O seminário será realizado na casa de evento Elion Recepções, a partir das 18h30.

 A palestrante principal desta vez será a advogada, especialista em Relações do Trabalho e em Direito Constitucional Trabalhista, Sylvia Lorena Teixeira de Souza. Ela é gerente executiva da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e membro do Conselho de Administração da Organização Internacional do Trabalho. O deputado federal Rogério Marinho (PSDB), relator do projeto de lei na Câmara, também estará presente.

O Seminário “Modernização das Leis Trabalhistas: O que mudou? Porque mudou?” já foi prestigiado, nas cidades onde passou, por um público de mais de duas mil pessoas.

“Estamos dando continuidade ao trabalho de desmitificar as mudanças realizadas na reforma trabalhista. Os empresários e os trabalhadores precisam saber em detalhes o que será alterado e o impacto que isso terá nas rotinas de trabalho e, sobretudo, na relação entre as partes que, a meu ver, passara a ser muito mais transparente, justa e juridicamente segura, com ganhos para todos”, afirma o presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.