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Augusto Severo: Macaíba homenageia o pioneiro da aeronáutica brasileira

Os macaibenses realizam nesta quinta-feira, às 9h, homenagem para o ilustre conterrâneo aeronauta, político, jornalista e inventor: Augusto Severo.

A solenidade acontece na praça homônima ao nome do vulto histórico, mais conhecida como “Praça do M”, centro da cidade.

Sobre Augusto Severo

Pioneiro da aeronáutica brasileira, o macaibense Augusto Severo de Albuquerque Maranhão nasceu no dia 11 de janeiro de 1864.

Surpreendendo o mundo, o inventor construiu uma aeronave revolucionária, porém, devido aos problemas técnicos, o dirigível de Maranhão se partiu no ar no seu primeiro teste sem as amarras no dia 12 de maio de 1902, em Paris, após uma explosão, vindo a falecer no ocorrido tanto Augusto Severo quanto seu mecânico Georges Saché.

Em 2018, são completados 116 anos da morte de Augusto Severo. A cerimônia terá a participação do prefeito Fernando Cunha, seu vice Auri Simplício, vereadores, representantes da Aeronáutica, profissionais da rede municipal de Educação e alunos da Escola Municipal Augusto Severo. Anualmente, a memória desse célebre macaibense é lembrada na referida praça.

Praça de Neópolis ganha espaço cultural com nome de um dos grandes professores do história do país

“Riquezas de informações” assim define o médico Pedro Cavalcante sobre as aulas de história do professor Geraldo Lucas Evangelista (Geraldão) ao falar em nome dos amigos do professor Geraldão, na tarde da sexta-feira (24), durante inauguração do Espaço Cultural que leva o nome do renomado professor, na praça central de Neópolis, em Natal (RN).

O espaço na praça central de Neópolis foi criado para fomentar a cultura do bairro, no qual Geraldo Lucas morou por grande parte da sua existência. O evento reuniu centenas de amigos, ex-alunos, familiares, escoteiros e pessoas ligadas ao movimento literário e em defesa da natureza.

O médico Pedro Cavalcante lembrou que Geraldo Lucas era verdadeiro contador de história e encantava em suas aulas porque “como professor, ele era perfeito”. Foi viajando pela costa Branca do Rio Grande do Norte que Pedro Cavalcante mais se emocionou com as “histórias” do velho amigo. “Ele me levou até Macau para apresentar um lugar que considerava belo, a Praia de Diogo Lopes”, falou o médico recordando o carinho de Geraldo com sua terra natal e suas belezas naturais.

Grande legado para ensino de história do país
Para o professor e empresário César Jácome, o mestre Geraldo Lucas era uma enciclopédia e, com sua voz marcante, agradava a todos os alunos. “Hoje ele merece ser lembrado com toda virtude de um homem bom. Geraldão deixou um grande legado para o ensino de história do país”, disse.

Outro professor e amigo de cursinhos livres em Natal, o professor Augusto Macedo, destacou que Geraldão possuía um estilo próprio para lidar com o ensino de história. “Geraldo Lucas era dono de uma bagagem cultual fora de série e uma honestidade espetacular”, fala Augusto.

Geraldo Lucas Evangelista morreu em Natal no dia 04 de fevereiro de 2010. Trabalhou na Universidade Federal do Rio Grande Norte e em diversas escolas públicas e particulares em Natal e Macau – terra na qual nasceu e militou nos movimentos sociais da igreja católica durante os anos do golpe militar. Ele era casado com a professora Socorro Evangelista e pai de quatro filhos.

Livro: “O meu pé de laranja Lima” vai completar 50 anos de lançamento

Obra de José Mauro de Vasconcelos é sucesso de público desde que foi lançada – já vendeu mais de 2 milhões de exemplares, ganhou adaptações para a TV e o cinema e foi publicada em 15 idiomas e 23 países. O Meu Pé de Laranja Lima é, até hoje, o livro brasileiro mais traduzido para outras línguas.  No próximo ano (2018), o best-seller juvenil completa 50 anos de lançamento.

Seu autor, José Mauro de Vasconcelos, nasceu em Bangu, Rio de Janeiro, 26 de fevereiro de 1920 e faleceu em São Paulo, 24 de julho de 1984), nasceu de família nordestina, que migrara para São Paulo.

Os pais tinham tão poucos recursos que ele, ainda criança, teve de se transferir para o Nordeste, onde foi criado pelos tios em Natal-RN, onde morou na Avenida Junqueira Aires, atual Câmara Cascudo no bairro da Cidade Alta. Estudou no Colégio Marista de Natal. Gostava muito de nadar no Rio Potengi. Sobre sua infância e adolescência em Natal escreveu o livro de reminiscência, “Doidão” (1963).

Até hoje, muita gente recorda a história de Zezé pela sua travessura e convívio com o meio ambiente. É uma personagem fora de série, coisa de criança entre aos seis anos de idade

Macaíba presta homenagem ao pioneiro da aeronáutica brasileira

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Nesta quinta-feira (12), o município de Macaíba realiza homenagem para um dos filhos mais ilustres: Augusto Severo. A cerimônia acontece a partir das 9h, na Praça Augusto Severo (Praça do M), no Centro da cidade. Este ano fazem 114 anos da morte do pioneiro da Aeronáutica Brasileira.

Um grupo de estudantes da Escola Estadual Augusto Severo, ao qual Maranhão é patrono, participa das atividades que homenageiam seu mestre. A banda marcial da Aeronáutica realiza apresentação no evento.

As autoridades do município esperam a presença no evento do Brigadeiro do Ar, Pedro Luís Farcic, comandante da 1ª Força Aérea e do Coronel Aviador Antônio Santoro, comandante da Base Aérea de Natal.

Sobre Augusto Severo

O aeronauta Augusto Severo de Albuquerque Maranhão nasceu em Macaíba no dia 11 de janeiro de 1864. Irmão dos também ilustres Alberto Maranhão e Pedro Velho, o macaibense destacou-se também em outras atividades como a política e o jornalismo. Iniciou seus estudos primários na cidade de Macaíba, de onde seguiu para Salvador, na Bahia, até chegar a então capital do Império, o Rio de Janeiro, completando sua formação na Escola Politécnica.

Teve grande papel na política da recente República Brasileira, participando da assembleia que criou o Texto Constitucional de 1891. Voltou para a Câmara em 1893 para preencher deixada pelo seu irmão, Dr. Pedro Velho, ao qual se elevou ao cargo de governador do Rio Grande do Norte. Ainda como deputado, iniciou um dos seus mais ousados projetos: o dirigível Bartholomeu de Gusmão. Surpreendendo o mundo, o inventor macaibense construiu uma aeronave revolucionária, entretanto, devido aos problemas técnicos, o dirigível de Maranhão se partiu no ar no seu primeiro teste sem as amarras, uma queda que não destruiu seu sonho. No começo do século XX, Maranhão se afastou da política para conceder vida a sua utopia, projetando e construindo o dirigível Pax, onde demostrou sua genialidade e perspicácia.

Em um grande evento, junto com seu mecânico Georges Saché, Augusto Severo elevou o seu dirigível por mais de 400 metros em solo francês, realizando diversas manobras que mostrava que o sonho tinha se tornado realidade, o homem podia voar. Após cerca de 10 minutos no ar, o Pax explodiu subitamente, levando seus dois tripulantes ao solo e consequentemente a morte. Severo morreu acreditando no seu sonho, um exemplo para todos que partilham de sua origem.

TN: Era uma vez lá em Macaíba…

Magnus Nascimento
Magnus Nascimento

Muita gente diz que a própria vida daria um livro. O importante é saber como contar a história. O jornalista e escritor Osair Vasconcelos escolheu personagens reais da memória afetiva de sua cidade natal, Macaíba, e os transformou em pequenos contos de ficção em “As Pequenas Histórias” (Z Editora), que será lançado na próxima quinta-feira, dia 22, no Clube dos Radioamadores, Tirol. “Eu acredito que todas as histórias já foram contadas, são as mesmas sete ou oito de sempre. O que muda é a forma de contá-las”, afirma.

“A maioria das personagens do livro existiu, mas as histórias são fictícias, criadas a partir da personalidade dessas pessoas”, explica Osair. Segundo ele, as sete narrativas – propositalmente, o número da mentira – são reflexos de uma época em que personagens pitorescos eram fáceis de achar no cotidiano das cidades, principalmente nas pequenas. O jornalista conta que são pessoas de sua infância e adolescência, entre os anos 60 e 70. Para reavivar a memória, ele chegou a assuntar entre os mais antigos.