Arquivo da categoria: Comportamento

Direção sob o efeito de álcool é ainda mais comum durante o Carnaval

Aproximadamente, 1 em cada 4 motoristas brasileiros admite dirigir, ainda que raramente, após consumir bebida alcoólica, aponta a pesquisa de comportamento no trânsito realizada pela Arteris, uma das maiores companhias de concessões rodoviárias do País.

“Esse comportamento imprudente dos motoristas é ainda mais comum durante o Carnaval, período mais festivo para muitos brasileiros. Infelizmente, a tolerância dos usuários para algumas infrações de trânsito aumenta nestas datas comemorativas, como o consumo de bebida alcoólica antes de dirigir e uso do celular ao volante”, afirma Elvis Granzotti, gerente de Operações da Arteris.

Por conta disso, durante a Operação de Carnaval, que se iniciará nesta quinta-feira, dia 08, e seguirá até a quarta-feira, 14 de fevereiro, o Grupo Arteris promoverá campanha de conscientização “Neste Carnaval, seja um super-herói. Você tem o poder de evitar acidentes”. Estão previstas ações educativas nas praças de pedágio das rodovias, em bloquinhos de carnaval de cidades dos trechos sob concessão da companhia e pela internet.

A Arteris também reforçará as equipes de atendimento aos usuários durante o período, com reposicionamento de viaturas operacionais e reforço no efetivo para prestar atendimento rápido e eficiente ao usuário.

O movimento “Neste Carnaval, seja um super-herói. Você tem o poder de evitar acidentes” está alinhado com a campanha #Carnavalnãoédesculpa do Governo Federal, Ministérios do Transporte, Cidades e Saúde e da Polícia Rodoviária Federal.

Pesquisa de comportamento

Ao se analisar o levantamento feito pela Arteris, com mais de mil motoristas em todo o território brasileiro, as razões que levam as pessoas a conduzirem os seus veículos depois de consumirem bebidas alcoólicas são curiosas e críticas.

Por exemplo, 26,3% dos entrevistados admite dirigir, ainda que raramente, após consumo de álcool por estar sozinho ou ser o único que dirige. Outros 20,9% deste público argumenta que a quantidade de álcool consumida não altera sua condição de dirigir. A famosa desculpa: “estou bem, não bebi tanto”. Por fim, 13,9% dos entrevistados afirma dirigir após consumo de bebida alcoólica quando os trajetos são curtos, achando que isso reduz as chances de acidentes.

Os motivos alegados para a direção sob efeito do álcool são: Falta de opção de transporte (7,8%), Falta de planejamento (5,4%), Imprudência (5,3%), Hábito (2%) e Comodidade (1,6%). Outros motivos somaram 0,7%.

Entre 26 e 30 anos, 29,5% dos entrevistados confessam que mesmo que raramente, dirige após consumir bebida alcoólica. E o Sudeste é a região que tem a maior tolerância com a infração: 31,3% entrevistados do Sudeste confessam que mesmo que raramente, dirige após consumir bebida alcoólica.

Dicas para gestantes curtirem a folia: Grávidas também podem pular carnaval!

As gestantes fãs da folia não precisam se privar de curtir bons momentos com seus entes queridos neste carnaval.  Com a liberação de seu médico e cuidados básicos, as futuras mamães podem curtir uma das principais festas populares do país sem arriscar a saúde dela e nem a do bebê. Para orientá-las sobre o tema, o ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Dr. Fábio Muniz, esclarece as principais dúvidas.

 Durante a gestação, é importante para a mulher participar de eventos sociais e se divertir com familiares e amigos, pois melhora sua autoestima e tem efeito positivo nos relacionamentos interpessoais, desde que realizados com segurança e sem desencadear situações de risco. “É importante lembrar que cada gestação tem suas peculiaridades. Para casos em que a gravidez apresenta algum risco, como a presença de pressão alta, indícios de parto prematuro e inchaço excessivo, as gestantes devem se poupar de atividades mais intensas e ficarem em repouso”, diz o médico.

 Se a gestação está saudável e o obstetra não restringiu as atividades físicas, Dr. Fábio recomenda procurar lugares arejados a fim de evitar tonturas e queda de pressão. “As gestantes devem evitar lugares muito cheios e propícios a quedas. Recomenda-se o uso de calçados sem salto e de roupas leves. É preciso se hidratar constantemente e em hipótese alguma consumir bebida alcoólica. É importante sempre consultar seu obstetra e explicar a atividade pretendida”, alerta o especialista.

Em gestações sem riscos, a futura mamãe pode cair na folia. “É possível dançar, fazer atividades na piscina e até desfilar em escola de samba, mas sempre em sintonia com seu obstetra, evitando períodos longos de excessiva atividade física, pois há uma chance maior de tontura e de baixa de pressão, fatores que colaboram para quedas e traumas. É essencial fazer intervalos de descanso no intuito de evitar desgastes, hidratando o organismo sempre que possível”, explica. 

 Ele também orienta as grávidas a não usarem saltos altos e terem sempre alguém próximo para amparar em caso de tontura ou mal-estar. “Dê preferência a alimentos de digestão rápida, como sucos, frutas, legumes e carnes brancas. Lembre-se de comunicar seu obstetra sobre a opção de atividade e definir medidas preventivas para aproveitar o Carnaval de forma saudável”, finaliza o obstetra do Hospital e Maternidade São Cristóvão.

O destino do rádio de pilha nos estádios de futebol

A proibição no domingo (28) da entrada de torcedores portando rádios de pilha na Arena das Dunas, em Natal, por ocasião do jogo Abc x América, visivelmente não agradou a diversos desportistas que pretendiam assistir a partida na companhia sempre agradável dos comunicadores que fazem história na transmissão que acompanha lance por lance, ouve jogadores e apresenta comentários que dizem do andamento da partida.

Com o rádio de pilha no ouvido, os olhos do torcedor ganham o sempre importante reforço da informação em tempo real do que está acontecendo dentro de campo e tem um indicativo de como as coisas vão indo para o seu time no gramado. Sem o rádio de pilha, muitos desses torcedores se sentem distentes da própria partida que estão assistindo e e deixam de receber informações em tempo real do que acontece no gramado.

 

A proibição do rádio de pilha na Arena das Dunas por ocasião dos jogos é em si algo polêmico e altamente antipático, mas se deve a um tipo de costume absurdamente nocivo que revela como um objeto útil por natureza pode ser “jogado fora” nos tempos atuais de imediatismo, modismo e apequenamento de costumes.

Por incrível que possa parecer, o rádio de pilha virou uma espécie de “pedra” que pode ser jogado por elementos que estão nas arquibancadas dentro do campo com o objetivo de ferir algum jogador ou profissional que está atuando no gramado. Rádio de pilha que pode muito bem ser jogado em jogador do time adversário, mas também do próprio time do elemento que o joga. O importante para esse tipo de elemento, que age segundo seu temperamento de momento, é ferir alguém com “a arma” do rádio de pilha.

Essa situação do uso nefasto do rádio de pilha como arma tem que ser resolvida, mas não com a simples proibição da entrada do objeto no estádio.

Por outro lado, essa proibição prejudica, para começo de conversa, inteiramente as rádios que cobrem os jogos de futebol na Arena das Dunas, principalmente as AMs. Como a Rádio Globo, por exemplo, emissora historicamente ligada às transmissões esportivas no Rio Grande do Norte, só pode ser ouvida através do rádio de pilha que tenha frequência AM ou pela internet, a proibição do objeto a prejudica de maneira total. Prejuízo que também é enfrentado pelas FMs, embora em menor escala, já que a maioria dos smartphones disponibiliza a frequência em seus aparelhos.

(Destaque no blog “Clássico Rei”- portal Foco Nordeste)

Como lidar com as angústias de fim de ano?

Quando a época de fim de ano se aproxima, muitas pessoas ficam melancólicas, com um aperto no peito e uma sensação de vazio. Esse sentimento é bastante comum, já que é um período em que se tem a percepção do término de um ciclo, podendo haver uma reavaliação das condutas e realizações no decorrer dos doze meses. “A própria mídia estimula isso, focando no direcionamento de novas metas, como alcançar um bem ou alguma mudança corporal. E, se identificarmos que poucas coisas foram realizadas em relação ao planejado no ano anterior, pode, sim, ocorrer um sentimento de frustração”, explica a psicóloga do Grupo São Cristóvão Saúde, Aline Melo.

No entanto, a especialista aconselha a tentar conviver de forma saudável com as angústias, pois podem ser usadas para o crescimento pessoal e maior desenvolvimento no próximo ano, visando a uma percepção diferente sobre os objetivos e oportunidades. “A positividade varia muito de pessoa para pessoa. Há indivíduos com maior inclinação para encarar a vida de maneira positiva, apesar das intercorrências do dia a dia. Contudo, se o ano de alguém não foi bom, é importante ponderar e avaliar os motivos por não ter sido um ano de vitórias e trabalhar dentro de si mudanças para evitar que isso ocorra novamente. Essa já é uma maneira positiva de lidar com os problemas e futuras mudanças”, comenta.

Outro ponto de atenção é caso tenha crianças no círculo de convivência. A psicóloga esclarece que as crianças são seres sensíveis e, por isso, é bastante difícil esconder os sentimentos para elas. “Caso ocorra alguma tristeza ou chateação, e no caso de elas perceberem, não há restrição em falar sobre o assunto, mesmo que não conte os pormenores da angústia. É importante que a criança saiba que não somente coisas positivas são compartilhadas, mas também os sentimentos ruins, sendo uma proposta para que elas compreendam e identifiquem como lidar com os problemas”.

Não só nos fins de ano, mas sempre é preciso avaliar os erros e acertos do passado. “Perceber novas condutas para o futuro e traçar planos com estratégias para cumpri-los pode ser um bom jeito de renovarmos as esperanças para o ano novo e sempre que algo não estiver saindo da maneira que gostaríamos”, finaliza Aline Melo.

Oito dicas para utilizar as redes sociais de forma profisisonal

Muitas pessoas pensam nas redes sociais apenas como uma ferramenta para descontração, o que não está errado, desde que tomados os devidos cuidados, contudo, uma boa parcela mais antenada já percebeu que o uso adequado dessas ferramentas de comunicação pode potencializar as carreiras, promovendo o crescimento profissional e o network.

Mas, como saber esse limite? Simples, basta levar em conta que nesse novo mundo online que muitos estão descobrindo são necessários muitos cuidados similares aos que tomamos em nosso dia a dia, nos passeios, no trabalho ou em casa. O recomendável para se valorizar é dar foco adequado ao que é positivo e evitar exposições desnecessárias.

Para isso preparei algumas dicas para quem quer crescer profissionalmente utilizando as redes sociais, seja ela mais profissional, como o LinkedIn, ou mesmo o Facebook:

  1. Amplie seus contatos qualificadamente –é interessante ter um amplo grupo de amigos, assim busque amizade online com pessoas que tenha contato e ache interessante profissionalmente. Contudo, se preocupe mais com a qualidade do que com a quantidade, não precisa ir convidando todo mundo que conhece ou que é ‘amigo do amigo’ para ser seu amigo, isso pode não soar bem!
  2. Valorize suas conquistas profissionais –mostre ações que realizou que tiveram sucesso, resultados de projetos que foram interessantes ou titulações alcançadas, contudo, evite se autopromover demasiadamente, pois isso pode soar arrogante. E busque, com permissão prévia, marcar as pessoas que estavam envolvidas nos trabalhos, de forma elegante, pois isso aumenta sua visibilidade.
  3. Publique com inteligência –cada vez mais se multiplicam publicações vazias, assim busque se diferencias com publicações pertinentes. Evite postes irrelevantes que possam atrapalhar sua imagem. Busque levantar assuntos relacionados ao seu campo de atuação.
  4. Evite debates inúteis –nas redes sociais existem momentos tensos, de debates políticos, religiosos e outros similares, contudo, por mais que possa ‘coçar’, evite entrar nesse tipo de conversa. Repare que geralmente essas não levam a lugar nenhum e não terminam bem. Sem contar que você não sabe qual o posicionamento de seus parceiros de negócios
  5. Cuidado com as características das redes –Não é por que o Linkedin tem um lado mais profissional e o Facebook é mais aberta que deverá tratar a segunda com maior desleixo, saiba que parceiros e recrutadores também entrarão nessa rede. Assim, é importante que a pessoa tome cuidado em não colocar coisas irrelevantes em cada um deles.
  6. Pense antes de curtir uma publicação ou página – Antes de curtir e compartilhar um texto, leia atentamente para ver se não nada nas entrelinhas. E se for curtir uma página ou participar de uma comunidade, pesquise antes, evite as que que incitem o ódio ou o preconceito
  7. Antes de escrever algo pense –Analise os pontos positivos e negativos de uma postagem. Sei que parece chato, e tira um pouco a graça dessas redes, mas essa é a única forma de garantir que o postado nas redes sociais não interferirá no lado profissional. As pessoas hoje tem acesso ao que você faz 24 horas. Por isso, preserve sua imagem. Lembrando que ser feliz não o que se está na rede mundial.
  8. Evite situações não profissionais – multiplicam-se as fotos de baladas, roupas de banho e bebedeiras nas redes, será que é interessante. Não cabe a ninguém julgar o estilo de vida das pessoas, mas se expor de forma inadequada trará consequências negativas para imagem de um profissional. Todos estão expostos a avaliações, por isso pode ter certeza que isso contará na hora que olharem, e não adianta bloquear o acesso das pessoas as suas fotos nas redes sociais e achar com isso que está segura, ledo engano, pois outras pessoas poderão compartilhar a mesma foto, e assim de nada adiantou essa preocupação.

( Por Celso Bazzola     –  Consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH)

Geração nem: 30,9% dos jovens do RN não estudam e nem trabalham

Pelo menos 30,9% dos jovens potiguares de 16 a 29 anos não estudam e nem trabalham. Os dados da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados são referentes a 2016 e revelam ainda que 25% dos jovens do RN só estudam e 36,2% só trabalham.

Em 2016 o percentual de jovens do Rio Grande do Norte que só estudam foi de 25,0%, – um aumento de 4,9% em relação a 2015 e de 29,53% comparado com 2012. Esse percentual é maior entre os jovens de 16 a 17 anos (73,6%), seguido do grupo entre 18 e 24 anos (23,4%) e uma parcela mínima entre os jovens de 25 a 29 anos de idade (5%).

Quanto aos que estudam e estão ocupados, esse percentual vem diminuindo desde 2014, atingindo 7,9% em 2016. Essa característica é maior entre os jovens de idade que correspondem a faixa de 25 a 29 anos (8,3%), seguindo de 18 a 24 (8,2%)e com menor presença entre as pessoas de 16 a 17 anos (5,7%).

Na categoria que só está ocupado percebe-se uma redução do percentual a partir do ano de 2014, chegando a 36,2% em 2016. Os jovens de 25 a 29 anos (56,0%) possuem o maior percentual observado, seguido das pessoas entre 18 e 24 anos (32,9%) e por último o grupo de 16 e 17 anos (4,0%).

Em todo o país, o número de jovens que não estudam nem trabalham subiu de 34,2 milhões em 2012 para 41,25 milhões em 2016 – o equivalente a 25,8% do total de jovens brasileiros nessa faixa etária. Em quatro anos, esse grupo, que ficou conhecido como “nem nem”, aumentou 20,5%. no país.

(Com informação do G1 RN, fonte IBGE)

Ciosp recebe mais de 17 mil trotes em apenas três meses

Responsável por designar as forças de segurança Estaduais para atender a população, o Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) também enfrenta um problema que atinge diversos setores públicos: os trotes.
Levando em consideração apenas os meses de setembro, outubro e novembro, fora mais de 17 mil ligações que tentavam ou passavam informações de ocorrências que na realidade não existiam, gerando desperdício de efetivo – que muitas vezes chega a ser deslocado para a área onde o crime estaria acontecendo – e também de dinheiro público, como o gasto com combustível.
O Ciosp tem o registro de todos os números que ligam para o serviço e um detalhe chama a atenção. Durante os três meses, um mesmo número ligou 4.129 vezes para o Ciosp, enquanto outro fez 3.127 ligações no mesmo período.
“O trote atrapalha bastante. Somente o fato de atendermos a ligação, uma pessoa que realmente está precisando pode ter que esperar na linha para ser atendida. Como temos esse registro, quando um número que já é conhecido liga novamente, nós já sabemos que é trote. Passamos os dados para a Polícia Civil para que uma investigação seja feita”, destacou o major Michel Alvarenga, gerente de operações do Ciosp.
Lembrando que o trote contra repartições públicas se encaixa no Art.340 do Código penal – Decreto Lei 2848/40, que trata de ‘Provocar a ação de autoridade, comunicando-lhe a ocorrência de crime ou de contravenção que sabe não se ter verificado’. A penalidade é a detenção de um a seis meses, ou multa.