Novo calendário de saques do PIS/Pasep prevê saques a partir de outubro

Novo calendário divulgado pelo governo federal do PIS/Pasep prevê a possibilidade de saques a partir de outubro. Com a medida, serão injetados R$ 15,2 bilhões na economia, beneficiando 7,8 milhões de brasileiros.

Têm direito ao saque as brasileiras a partir de 62 anos e os homens a partir de 65 anos. Além da idade, é preciso ter saldo nas contas. Aposentados, militares na reserva, pessoas com doenças graves e de piora progressiva  e beneficiários de amparo social também podem ter direito aos recursos.

No caso da Caixa, quem tem até R$ 1,5 mil a receber, poderá retirar o valor apenas com a Senha Cidadão, nos terminais de autoatendimento da Caixa.  Os que têm entre R$ 1,5 mil e R$ 3 mil, podem fazer com o saque com o Cartão do Cidadão.

Para os valores acima de R$ 3 mil, é preciso procurar as agências da Caixa. A instituição informou ainda que 627 mil clientes com conta corrente, Caixa Fácil ou poupança receberão diretamente na respectiva conta o saldo das cotas do PIS dois dias úteis antes do início dos pagamentos.

O Banco do Brasil, responsável pelo pagamento do Pasep, vai atender 267 mil correntistas de forma automática – um total de R$ 477 milhões serão depositados diretamente na conta desses brasileiros. O restante dos beneficiários terá de consultar o saldo e fazer uma transferência.

CERCA DE 25% DAS PESSOAS QUE CHEGAM A SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA COM QUEIXA DE DOR TORÁCICA TÊM PROBLEMAS CARDÍACOS GRAVES

O dia 29 de setembro é Dia Mundial do Coração, e a data serve para a conscientização sobre a importância dos cuidados com o órgão responsável pelo bombeamento de sangue por todo o organismo.  Diariamente, o coração contrai entre 109 e 110 mil vezes e faz circular cerca de cinco litros de sangue, abastecendo o corpo com oxigênio e nutrientes necessários para que as células exerçam suas funções orgânicas.

No Brasil, as mortes em decorrência de doenças cardiovasculares, entre os anos de 2004 e 2016 cresceram quase 23%, passando de 285.543 óbitos registrados em 2004 para 349.938 em 2016, segundo dados do Cardiômetro, da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 20% dos óbitos em pessoas com mais de 30 anos são por problemas com o coração e circulação.

Existem vários problemas que podem afetar o bom funcionamento do coração, e apenas um médico pode fazer o diagnóstico e indicar o tratamento adequado. As doenças cardiovasculares podem não apresentar sintomas típicos, ou causar alguns desconfortos como tosse persistente, tonturas, cansaço intenso, náuseas, perda de apetite, pulso irregular, falta de ar, e dor no peito. Esse último mais comumente associado a problemas no coração.

Apesar de dor torácica ou “dor no peito” não necessariamente significarem problemas cardíacos, Dr. Alaor Mendes, diretor geral do Centro Cardiovascular Avançado viValle explica que dos pacientes que chegam a um serviço de emergência com dor no peito, cerca de 25% possuem um problema cardíaco grave. Para estes pacientes, o tempo para chegar ao serviço de saúde e receber atendimento médico é fundamental para redução de possíveis sequelas e mesmo para a prevenção do óbito em decorrência de problemas cardiovasculares.

Prevenção – Manter hábitos saudáveis é uma maneira eficaz de promover o ritmo saudável do coração. Além de manter os exames de rotina em dia com o seu médico cardiologista, é possível incluir algumas práticas saudáveis na rotina como:

  • Praticar exercícios aeróbicos por, pelo menos, 30 minutos diariamente. Atividade física regular pode reduzir o risco de doença cardíaca em aproximadamente 14%;
  • Manter seu peso ideal. O excesso de peso, obesidade e  acúmulo de gordura abdominal aumentam os riscos de desenvolver doenças cardíacas;
  • Incluir alimentos saudáveis em suas refeições, bem como reduza o consumo de sal.

Ensino Religioso confessional continua nas escolas públicas

O Supremo Tribunal Federal decidiu na última quarta-feira (27) autorizar o ensino religioso confessional nas escolas públicas, com aulas ministradas por representante de apenas uma determinada crença.

Entre os votos, seis ministros votaram para o professor ter a liberdade de pregar a fé em sala de aula enquanto cinco votaram para impedir o professor de promover crenças. Dessa forma, a decisão mantém as aulas do ensino religioso em escolas públicas da mesma forma como já ocorre hoje: fica liberado o ensino confessional.

O julgamento começou em agosto, foi retomado na semana passada e foi concluído nesta quarta-feira. Além de Cármen Lúcia, votaram pelo ensino confessional os ministros Edson Fachin, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Alexandre de Moraes. Para eles, a disciplina não pode ser transmitida como se fosse uma ciência. Portanto, apenas alguém ligado a uma religião poderia lecionar.

No Rio Grande do Norte o trabalho do ensino religioso é feito através de parceria da Secretaria Estadual de Educação com a arquidiocese de Natal. O trabalho existe há mais de 40 anos e tem uma coordenação especifica com a orientação do monsenhor Lucas Batista Neto e a professora Maria Augusta.

Arione Diniz: compromisso com o atendimento e o bem-estar do consumidor

Foi no laboratório de uma pequena ótica no Distrito Federal que, em 1977, aos 17 anos, Arione Diniz deu os primeiros passos para criar a maior rede de varejo óptico do Brasil, a Óticas Diniz. Sexto filho de uma família de doze irmãos, o paraibano de Catolé do Rocha, na divisa do estado com o Rio Grande do Norte, tinha chegado recentemente à Capital Federal, onde conseguiu o emprego após abandonar os estudos para trabalhar na roça, em uma oficina de carro e como ajudante de pedreiro para sobreviver.

Tímido e com gagueira crônica, o jovem tinha medo de lidar com o público e ficava sempre na retaguarda da loja. Naquela época, os processos de fabricação de óculos eram bastante artesanais e Diniz mostrava certa habilidade. Um dia, ao abrir a porta do laboratório que dava para o balcão para observar o movimento, o gerente o viu e o chamou para que entregasse os óculos a uma cliente. Depois, pediu para que fizesse a adaptação de uma armação de outra pessoa e não demorou muito para que ele ficasse mais à vontade ajudando no atendimento da ótica.

Por causa da qualidade na prestação do serviço que oferecia, os consumidores voltavam e procuravam pelo “Diniz”. Três meses se passaram e ele, mesmo sendo gago, foi promovido a vendedor. Mais experiente, o jovem foi atrás do sonho de trabalhar em uma grande rede de óptica muito conhecida do Nordeste.

Em João Pessoa, na Paraíba, atuou nesta empresa como vendedor por muitos anos, sendo, inclusive, campeão de vendas na região. Neste período, em 1990, já casado e com dois filhos, a vontade de testar a sua capacidade de ter o próprio negócio começava a florescer. Com o fechamento da filial em Maceió (AL), Diniz foi demitido por corte de custos após catorze anos na empresa. Por conta disso, usou o dinheiro que recebeu da indenização para empreender.

Já morando em São Luís, no Maranhão, o jovem foi ao centro da cidade em busca de um ponto para abrir uma pequena ótica. Comprou, então, uma loja que estava à venda e dava prejuízo ao dono. Assim, em março de 1992, na Rua de Santaninha, no centro da capital maranhense, foi fundada a Óticas Diniz.

Mas, sem vender nenhum óculos na primeira semana de funcionamento da loja, Arione Diniz deu um importante passo para que fosse estabelecido um modelo de negócios totalmente focado no consumidor final. Investiu na produção de um vídeo para ser veiculado dentro da ótica e comprou espaços na televisão local para atrair o público.

A iniciativa foi um sucesso: o negócio começou a deslanchar e a empresa conseguiu inovar também no atendimento oferecido, com as melhores soluções para a saúde visual, além de opções em conforto e estética na aquisição de óculos de grau e de sol de qualidade. Pouco tempo depois, Diniz abriu outras unidades da loja na cidade.

Gravidez tardia: Quais são os riscos?

Nos últimos anos, conforme a mulher conquista espaço no mercado de trabalho, a maternidade vem sendo adiada. Dados apresentados em 2005 pelo Sistema de Informações de Nascidos Vivos (SINASC), do Ministério da Saúde do Brasil, mostram aumento na proporção de nascimentos em mães com 40 anos ou mais. “Atualmente, registra-se uma tendência cada vez maior de gravidez entre mulheres que se encontram na faixa entre os 35 e 45 anos. Uma gestação nesta fase da vida exige dos profissionais de saúde mais atenção, já que há maiores chances de complicações para a mulher e para o feto”, explica o Ginecologista e Obstetra do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Dr. Fábio Muniz.

De acordo com o especialista, dados da literatura médica citam que a faixa etária ideal para ter filhos estaria entre 20 e 29 anos. Porém, existem variações quanto à definição de idade materna avançada para a gravidez, sendo que alguns autores consideram o limite de 35 anos e outros até os 45. O consenso é que quanto mais tardia a gravidez, maiores são os riscos. “As gestantes com mais idade vão engravidar numa fase em que coincide com o início de doenças crônicas, como hipertensão arterial, diabetes, disfunções da tireóide entre outras. Existem outras patologias que também se apresentam com maior frequência neste período, como abortamentos e anomalias cromossômicas. A incidência de Síndrome de Down, por exemplo, em gestações aos 18 anos é de 1 entre 1000, já aos 40 anos passa a 1 entre 100”, explica Dr. Fábio. Em consequência do maior risco, ocorrerá aumento da morbimortalidade para o binômio mãe e feto.

No entanto, a evolução dos conhecimentos médicos permite que seja possível mulheres em idades avançadas curtirem a maternidade. “O ideal é que o pré-natal comece antes mesmo da concepção. O casal deve procurar o ginecologista antes de engravidar para uma avaliação clínica geral com investigação das funções cardíacas, renais, entre outras. A realização de exames laboratoriais, a atualização vacinal e medidas visando uma gravidez saudável como o controle do peso. Se tudo estiver bem, recomenda-se o uso de ácido fólico (vitamina do Complexo B) para diminuir o risco de malformação do sistema nervoso central do bebê, bem como outras vitaminas que estejam em carência”, aconselha o obstetra.

Outro ponto que merece atenção para aquelas que desejam engravidar com mais de 40 anos é o aspecto emocional. Segundo Dr. Fábio, a cobrança por gerar filhos e algumas tentativas sem sucesso podem acarretar frustração que impactam na taxa de fecundidade. “É fundamental o acompanhamento multidisciplinar nestas circunstâncias”, acrescenta.

O Dr. Fábio Muniz explica ainda que mulheres após os 35 anos que engravidam espontaneamente possuem, do ponto de vista teórico, mais chances de terem gravidez gemelar. Isso acontece porque, nesta faixa etária, o estímulo para ovular precisa ser maior. Assim, o organismo produz mais FSH (hormônio estimulador de folículos, que são as estruturas dos ovários que contêm os óvulos) para garantir o desenvolvimento dos poucos folículos que restam. Então, aumenta a probabilidade de se produzir mais de um óvulo em um mesmo ciclo

TJRN baixa mais de 18 mil processos em unidades da capital e do interior

Com a participação de magistrados e servidores de 75 unidades judiciais do Estado, o Tribunal de Justiça realizou a baixa definitiva de uma quantidade superior a 18 mil processos de um total de pouco mais de 20 mil feitos que estavam arquivados administrativamente. Isto equivale a mais de 90% da meta estabelecida em julho, pela comissão criada pelo TJ potiguar para promover o encerramento desses processos da forma correta, dentro dos critérios estabelecidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Em 22 unidades judiciais, o índice de baixa definitiva chegou a 100% dos processos arquivados administrativamente. O trabalho continua nas unidades restantes.

Marcelo Ramos, presidente da comissão, salienta que a meta para baixar esses mais de 20 mil processos foi estabelecida em julho. Os resultados estão sendo alcançados em dois meses. “Quando não ocorre a baixa definitiva, o processo mesmo arquivado não é visto pelo Justiça em Números do CNJ, principal fonte de estatísticas oficiais do Poder Judiciário,como encerrado completamente. Por isso deve ser ressaltado o esforço de juízes e servidores para promover esta etapa que finaliza o trâmite desses processos”, ressalta Marcelo. Em termos absolutos, as unidades que mais baixaram processos foram: o 11º Juizado Especial Cível Central, 3164 feitos; 3ª Vara de Família de Natal, 2714; 6ª Vara de Família, 2269 e a Vara Única de Patu, 1832 processos. “Agradecemos a todos que se empenharam para o sucesso do trabalho do projeto de baixa definitiva instituído pelo TJ”, pontua o coordenador.

Três verbos devem ser conjugados e aplicados de fato para o êxito deste trabalho: identificar os processos (quais são e onde estão), monitorar (acompanhar sua evolução) e baixar (etapa final). “Do montante que identificamos em julho, restam pouco mais de 1900 para serem baixados”, observa o presidente da comissão ao acrescentar que esta meta está praticamente cumprida, graças ao empenho dos magistrados e suas equipes. O trabalho não para por aí. O comitê de baixa de processos vai concentrar seu foco em processos suspensos e arquivados provisoriamente aguardando a localização do devedor ou a localização de bens em varas de execução fiscal.

Ação institucional – A Comissão Especial de Acompanhamento, Movimentação e Baixa Processual do Poder Judiciário do Rio Grande do Norte foi criada, em 17 de julho, pela Presidência e Corregedoria Geral de Justiça por meio da Portaria Conjunta 14/2017-TJ. Os dados necessários para a realização desta ação de baixa de processos foram extraídos do sistema GPS-JUS, entre 9 de agosto e 25 de setembro. Houve a baixa definitiva, até a segunda-feira (25), de 18.242 processos, quantitativo que equivale a 90,49% dos 20.160 processos identificados pela comissão. Além das 51 unidades que baixaram processos, outras 24 têm feitos identificados e monitorados.

O dispositivo criado pelo TJRN tem o objetivo de auxiliar na adoção de práticas que proporcionem o aumento do índice de produtividade, notadamente a baixa definitiva de processos judiciais no âmbito das varas criminais, cíveis, de família e Juizado Especial da Violência Doméstica do Poder Judiciário do Rio Grande do Norte.

Mamografia: a Sociedade de Mastologia fará atendimentos no Parque da Cidade

A campanha de conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, o Outubro Rosa, terá início oficial no Rio Grande do Norte no próximo dia 7 de outubro, às 13h, no Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte, em Natal.

Este ano, o presidente da SBM/RN, Flávio Rocha de Medeiros, optou por inovar e realizará um evento que atenderá mulheres com exames de mama já realizados, para que as mesmas tenham a oportunidade de obter o parecer de um especialista.

“Todos os anos realizamos mutirões de exames de mama, especialmente para as mulheres carentes, e não levamos em consideração que esses mesmos exames precisam ser analisados pelo mastologista”, explica Flávio Rocha Medeiros, presidente da SBM/RN.

Além das atividades de prevenção da campanha Outubro Rosa, o evento no Parque da Cidade contará com uma caminhada e atividades culturais e de relaxamento.