Municípios discutem planejamento da mobilidade na Grande Natal

A equipe que integra o projeto “Pensando a Grande Natal”, coordenado pela Escola do Legislativo Miguel Arraes e com o apoio da comissão de Habitação, Planejamento Urbano, Meio Ambiente e Assuntos Metropolitanos da Câmara Municipal de Natal, reuniu-se hoje (16) para discutir os problemas de mobilidade para pessoas com limitações nos municípios. O projeto tem como objetivo desenvolver estudos e debates sobre os problemas da região metropolitana de Natal.
De acordo com a diretora da Escola do Legislativo Miguel Arraes, Michelle Paulista, a Câmara de Natal cumpre o papel de colocar a capital como centro das discussões. “São muitas as demandas dos municípios da região, passando pela cultura, patrimônio histórico, mobilidade, segurança, entre outros e Natal enquanto capital cumpre o papel de ser o centro das discussões e incentivar a busca por soluções para todos esses problemas em comum”, destacou. O vereador Sueldo Medeiros (PHS), da Comissão de Planejamento Urbano, explicou que as conclusões do “Pensando a Grande Natal” servirão para embasar ações dos gestores públicos. “Nosso objetivo é de que conclusões retiradas daqui sejam objeto de políticas públicas para resolver problemas não apenas de Natal, mas dos municípios circunvizinhos”, destacou.
O secretário adjunto da Secretaria de Mobilidade Urbana de Natal (Semob), Walter Pedro, explicou que o município busca avançar no sentido de promover mobilidade com acessibilidade para pessoas com limitações, como deficientes, grávidas, idosos. “Fazemos isso desde programas à obras, por meio de projetos de reestruturação de vias e equipamentos públicos, junto às outras secretarias responsáveis, além de aumentar a adaptação no transporte público”, disse. Para o ex-vereador e pesquisador sobre as demandas da Grande Natal, George Câmara, as cidades têm dificuldades em promover melhor acessibilidade a todos porque não foram construídas de forma planejada. “A falta de mobilidade prejudica qualquer pessoa, mas para quem tem limitações é ainda pior. É preciso envolver os municípios numa integração metropolitana. Dessa forma, será mais fácil encontrar soluções práticas”, avalia.

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